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Os desafios dos jovens empreendedores

As motivações dos jovens e os caminhos para a consolidação de uma carreira são tão vastos quanto as opções de carreira disponíveis

 

Discussões sobre desenvolvimento vocacional, bem como as decisões que levam a optar por essa ou aquela profissão entram tardiamente na vida dos jovens. Embora existam diversos modelos que analisam e facilitam escolhas de carreira, eles estão restritos a poucos especialistas do setor de aconselhamento profissional e ao nicho que atendem.

As motivações dos jovens e os caminhos para a consolidação de uma carreira são tão vastos quanto as opções de carreira disponíveis. Entretanto, exemplos familiares – pais que exigem que seus filhos sigam sua profissão –, preconceito de gênero – “engenharia é coisa de homem” – ou o simples desconhecimento de outras alternativas prejudicam a escolha proativa e consciente de uma profissão.

Duas das mais importantes fases do desenvolvimento vocacional estão ligadas ao ensino superior e ao que o ensino superior representa. Uma delas antecede a escolha por um curso. Nessa, os jovens tentam responder à seguinte pergunta: “Vou estudar o quê?” A outra fase aparece especialmente durante o último ano de estudos, onde eles e elas tentam responder a mais uma questão: “O que faço depois de me formar?”

Egressos de um sistema comum

É possível identificar um sistema de ensino superior genérico quando classificamos cursos de acordo com o tipo de profissional que se propõem formar. Alguns poucos programas buscam desenvolver ativistas sociais; outros investem na formação de pensadores. Raros são aqueles que desenvolvem profissionais com o objetivo de transformar o campo em que atuam. Na prática, portanto, o grande objetivo dos cursos superiores é o desenvolvimento de “substitutos” profissionais.

Observamos esse posicionamento nas campanhas de atração de alunos e em outros materiais de comunicação, que destacam a “colocação no mercado de trabalho.” Em outras palavras, nas fases pré, pós e durante a vida universitária, o objetivo principal dos cursos superiores está ligado à rudimentar inserção no mercado de trabalho. Nesse modelo, impera a substituição de profissionais e ganha a universidade que oferece mais vagas de estágio e emprego. Nele, existe pouca reflexão, ação ou busca por transformação de um campo do conhecimento.

 

Leia a matéria completa em: Administradores.com.br

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