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O uso constante da tecnologia afeta a saúde do trabalhador

 A produtividade dentro da empresa também é prejudicada, principalmente por conta do tempo gasto no celular. Barrar o avanço digital, contudo, já não é uma opção.

 

 

Não importa onde você esteja, pare por um segundo e observe à sua volta quantas pessoas estão olhando para baixo lendo ou teclando no celular. A cena da cabeça baixa e dos dedos em movimento virou rotina em qualquer lugar: em casa, no ônibus, na academia e, claro, no trabalho. No ambiente corporativo esse comportamento tem se tornado epidêmico, a ponto de algumas empresas proibirem os funcionários de acessar seus smartphones. Afinal, aqueles minutos que paramos para olhar para a pequena tela representam horas de trabalho perdidas, fazendo do celular o vilão número 1 da produtividade, além de minar a nossa saúde.

 

No Instituto Delete, núcleo pioneiro criado dentro do Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro e que defende a utilização consciente das tecnologias, 75% dos 600 pacientes atendidos desde o ano passado foram diagnosticados com o uso abusivo do celular, para lazer ou trabalho. Os riscos à saúde causados por esse excesso são diversos. O simples ato de baixar a cabeça para ler as mensagens no smartphone pode triplicar a pressão sobre a coluna cervical. Oito de cada dez problemas ortopédicos estão relacionados a posturas indevidas diante do computador.

 

Quem fica muitas horas na frente da tela do desktop está sujeito a adquirir a síndrome do olho seco, que pode evoluir para uma lesão da superfície ocular. O fone do ouvido em alto volume pode produzir traumas acústicos. Atualizar-se nas redes sociais ou dar uma última lida nos e-mails antes de dormir pode confundir nosso cérebro: meia hora de exposição à luminosidade da tela adia a produção de melatonina, o hormônio responsável pelo sono da noite.

 

 

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