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Grupo Pão de Açúcar quer levar mais executivas mães ao topo

Conciliar carreira e maternidade não é uma missão fácil. Noites mal dormidas se misturam a reuniões exaustivas, preocupações com o pequeno e tarefas profissionais andam juntas, avalanches de questionamentos diários sobre a vida viram rotina.

Se de um lado a profissional muitas vezes não encontra tranquilidade para exercer bem as duas funções, do outro as companhias já começaram a entender que o prejuízo é de todos.

Uma pesquisa feita pela consultoria global McKinsey mostra que a presença de mulheres executivas em uma empresa traz mais vantagem competitiva para o negócio.

Porém, um estudo da Catho com 1.190 mães mostra que metade delas demorou até dois anos para retornarem ao trabalho depois de terem seus bebês.

Pensando em reter essas profissionais, e ajudá-las a galgar espaço até o topo do negócio, grandes corporações já estão colocando em prática benefícios voltados para essas profissionais.

É o caso de um dos maiores conglomerados empresariais do país, o Grupo Pão de Açúcar.

Dos 150.000 funcionários da companhia hoje, 48% são mulheres, sendo 10.000 mães. Mas ainda é muito pequeno o número das que são gerentes ou diretoras: 21%.

A meta é aumentar este número em 30% nos próximos três anos.

“Uma das nossas missões é criar um ambiente de trabalho inclusivo para elas”, afirma Daniela Sabbag, diretora de relações com investidores do GPA.

Há 16 anos na empresa, ela é mãe de Enrico, recém-nascido, e coordena há um ano o comitê executivo do Programa GPA Mulheres, criado para garantir a diversidade de gênero.

Composto por 27 executivas e 3 executivos (número que deve subir para 6, em breve), o grupo começou com uma pesquisa sobre as profissionais. Os dados levantados surpreenderam.

 

Leia a matéria completa em: Exame

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