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Deu no Jornal – O Globo

Excelência

Funcionários com a intenção de tornarem-se sócios nas empresas em que trabalham precisam alcançar a excelência, inspirar confiança entre os líderes e saber gerar resultados, na opinião do CEO de RH da ConQuist Brasil, Roberto Madruga, pois, sem resultados positivos não há passaporte para a sociedade.

– Em palestras para empreendedores e líderes, ressalto que essa relação como sócio pode ser um bom caminho, porém, para uma seleta parcela de funcionários muito especiais que se destacam e têm um perfil propenso ao risco.

O vínculo empregatício e o dever de pagar uma remuneração fixa ao colaborador se perdem a partir do momento em que o contrato social da empresa é alterado e o acordo de trabalho do funcionário é rescindido. Cada empresa deve decidir internamente, por meio de estatuto, as novas responsabilidades e os percentuais de rendimento do novo sócio. Nas empresas de pequeno porte, essa prática não costuma ter um apelo jurídico, o que é um erro, afirma o consultor executivo e especialista em Estratégia e Finanças Amauri Nóbrega.

– A partir do ingresso, o novo sócio precisa entender qual é a nova função dele no ambiente de trabalho. Ele passa a responder legalmente pelas ações que promove na empresa. Por isso, finalizar um acordo bem amarrado e reconhecido judicialmente é importante para evitar desavenças futuras.

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