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Como formar líderes adaptativos?

O líder precisa ter uma soma de qualidades que inspirem os demais colaboradores a estarem alinhados com o objetivo de um projeto. Ser adaptativo, inovador, ágil, colaborativo e auxiliar no bem comum, sempre pensando no desenvolvimento dos outros bem como sendo o próprio. Essa metodologia rompe com o modelo tradicional de ensino, baseado em programas formais, muito ligado a uma visão de que o líder deveria ser alguém a ser seguido de forma cega e rígida.

Para formar um líder plural é necessário que seu aprendizado seja plural. Permitir que o indivíduo faça escolhas quanto aos tópicos que soem mais construtivos para sua carreira e corporação, bem como promover em seu dia-a-dia o aprendizado através de atividades, relacionamentos e conteúdos dos quais possam extrair ensinamentos são algumas características desse método.

Embora as aulas teóricas, entendimento de modelos clássicos de liderança e demais atividades dessa aprendizagem formal não devam ser completamente abandonadas, é importante entender que o ensino deve focar em ações cotidianas e corriqueiras. Enquanto a primeira metodologia garante um comprometimento e uma linha de estudos por trazer uma ementa e delimitar os temas a serem escolhidos na autoaprendizagem, a segunda gera uma capacidade de refletir sobre as competências e todo o cenário que engloba o líder.

Buscando auxiliar na modelagem de um aprendizado adaptativo, a Deakin Prime elaborou 5 passos para garantir que a metodologia tenha todas as características necessárias

 

  1. Seja adaptativo. O programa deve ser flexível para suprir as necessidades da organização e dos líderes, bem como garantir a transparência nos elos criados entre os objetivos, usos, propósitos e resultados obtidos. É interessante que ocorram análises posteriores recorrentes para medir a eficiência do que foi ensinado.
  2. Personalize. Crie uma trajetória para cada usuário, baseado nos temas por ele escolhido. Assim, o aprendiz perceberá maior valor no treinamento.
  3. Alinhe com a função. Um bom ponto de partida para planejar o treinamento é identificar os desafios que cada líder enfrenta em seu ambiente de trabalho.
  4. Demande resultado. O aprendizado deve promover uma melhoria verificável no indivíduo, afinal, é um investimento que se faz no funcionário. Através das análises durante e após o programa, bem como contando com a opinião de demais colaboradores, é possível observar o novo grau de eficiência do líder.
  5. Transmita confiança. Tenha uma fonte confiável de conteúdos para o treinamento, afinal, ele deverá ser responsivo. Só será possível garantir que as teorias corretas sejam aplicadas, assim como todo o processo seja modelado tendo considerando a opinião do líder.

 

Precisamos lembrar que o líder pode ocupar qualquer cargo dentro de uma empresa e, portanto, contar com características diversas. Seus comportamentos motivam os demais colaboradores e suas qualidades levam a organização a atuar de forma mais eficiente. Saber identificar esses indivíduos e desenvolvê-los para que gerem ainda mais benefícios é uma estratégia determinante para criar e manter o sucesso.

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